Dejejum e pratica de exercícios físicos protegem contra a obesidade

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Emagrecimento

Estudos realizados por especialistas em saúde e obesidade com o objetivo de identificar as relações de fatores socioeconômicos, ambientais e comportamentais sobre excesso de peso(ep).

Metodologia aplicada foi a observação e estudos em seis bases de dados publicadas em inglês, espanhol e português entre 1997 e 2007, procurando por termos como: “sobrepeso”, “obesidade”,”adolescência”,”adolescentes”,”fatores de risco”fatores associados”, observando estudos em adolescentes entre 10 e 19 anos, que tinham sobre peso de acordo com critérios internacionais. Entre outros fatores os que mais chamaram a atenção foi o fato do dejejum e a pratica de exercícios proteger contra o excesso de peso.

Desse estudos e do critério utilizado resultou em 202 artigos sobre o assunto, com um revisão mais apurada foram inclusos 56 artigos. Problemas socioeconômico associou-se contrário com EP em países desenvolvidos e de forma direta em países em desenvolvimento. Pais obesos, dietas, hora de tv/vídeo por dia foram associados diretamente ao sobre peso, concluindo que o simples habito do dejum e a prática regular de exercícios já seria suficiente para proteger o adolescente contra o excesso de peso.

Obesidade e sobrepeso já virou caso de saúde pública, tomou proporções epidemiológica mundial, não apenas pelo sobrepeso em si, mas, principalmente pelas diversas doenças que são consequências diretas do excesso de peso e da obesidade.

A Organização Mundial da Saúde – OMS em 2004 sugere que a prevalência de sobrepeso e obesidade está aumentando num ritmo alarmante, tanto em países desenvolvidos como naqueles em desenvolvimento. Na maioria dos países europeus, a prevalência de excesso de peso (sobrepeso e obesidade juntos) em adultos varia entre 50 e 75%. Nos Estados Unidos, a obesidade acomete cerca de 20% dos homens e 25% das mulheres1. Na África e América Latina, com a rápida urbanização e aumento do nível socioeconômico de alguns países, a obesidade vem crescendo e superando as prevalências do baixo peso, como é o caso da Península do Cabo, na África do Sul, e do Brasil. Nestes locais, 44 e 13,1% das mulheres e 10 e 8,9% dos homens apresentam obesidade, respectivamente1,2.

Fonte: SCIELO

Por Daniel Quental/Sebrajor

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