Ensino Superior em instituições particulares caem segundo senso 2016

51 total views, 1 views today

Daniel Dantas/Sebrajor

Com mais de 34 mil cursos em mais de 2 mil instituições de ensino superior no Brasil, teve registro de 8 milhões de inscritos, sendo 1.9 o aumento nas instituições públicas de ensino.

A executiva nacional de educação, se reuniu para debater o problema da educação superior no país, em especial a diminuição de alunos matriculados nas instituições particulares, já no caso das instituições públicas teve um ligeiro aumento de 1,9%.

O Número exato de cursos ofertados em todo país para o formação superior é de 34.366 cursos em 2.407 instituições de ensino, entre 2015 e 2016 a queda de matriculas em instituições de ensino particular pode parecer pequena, mas significativa como alerta a toda a sociedade, pois, 0,2% menos de um ano para outro é sim importante.

Segundo a executiva da educação do Brasil o motivo mais relevante foi o período de crise em que o país esta passando. Os dados são do Censo da Educação Superior de 2016, estudo feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A pesquisa revela que a graduação teve mais de 8 milhões de estudantes no ano passado, fonte: Correio Brazilience.

Apoio o que todos já supunha, o ministro da educação, Mendonça Filho, ao ser questionado pela situação disse:”Sem fazer um aprofundamento de estudos, há uma percepção clara de que a crise econômica afeta a disposição de jovens de se matricular no ensino superior”, comentou.

Pelos mais diversos motivos, as famílias baixa renda precisam da ajuda do jovem para manutenção da família, que acaba retardando o ingresso ao curso superior. “Além disso, a redução da renda, com a recessão, também impacta as condições dessa mesmas famílias de bancar um curso de ensino superior — seja numa faculdade privada seja numa instituição pública, que vai exigir esforço financeiro da família para manter o aluno lá.” acrescentando ainda outros fatores a problemática.

Em defesa das mudanças implantadas pela pasta no Fiel ( Fundo de Financiamento Estudantil), Mendonça Filho disse que foram necessárias, porém que em nada teve com a redução no ingresso de jovens de famílias carentes nas universidade particulares no país. “O censo diz respeito a 2016 e as mudanças no Fies foram introduzidas visando 2018, então não houve qualquer impacto do novo Fies, que, acreditamos, possibilitará uma curva crescente de acesso ao ensino superior.”

Em defesa do chefe da pasta e, da novo governo, Maria Helena Castro, secretária-executiva do MEC, foi além dizendo: “A grande desaceleração do Fies foi em 2015 que impactou 2016, por essa razão estamos vendo essa tendência”. defendendo como pode o novo patrão.”Não se sabia o que aconteceria e o MEC não tinha nem orçamento, mas nos movimentos e o ministro conseguiu abrir o edital para o segundo semestre”, justifica, acrescentado:”Estamos carregando a queda do segundo governo de Dilma Rosselff.”

 

Siga-nos nas redes sociais

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *