Greve em São Paulo provoca o cais na cidade: conheça as razões dela.

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    Greve de ônibus na capital paulista segue com parte da frota rodando.

    Na tarde de ontem (quinta-feira (5) o sindicato dos consumidores e motoristas de ônibus coletivos de São Paulo promoveu uma greve de ônibus na capital, 5 horas depois vendo a covardia que tinham feito com a população voltaram atrás, retornando suas actividades, anunciando para o dia seguinte a paralização da frota na capital.

    O Sindicato dos motoristas e condutores de ônibus de São Paulo tenha a frente, embora licenciado Valdevam 90, deputado federal que tem poder decisório na categoria. Partiu dele a paralização, da mesma forma a decisão de suspender a greve.

    Como sempre toda greve nasce do interesse ou da falta do cumprimento de promessas, como foi o caso da divisão dos lucros que teriam quer ser repassados para a categoria pelos empresários do setor, coisa que não tem sido feito, pelo menos no tempo combinado.

    Outra coisa que motivou a greve,  foi a redução das linhas de ônibus na capital, com a alegação de que essas linhas estão rodando com ônibus vazios.

    Como a prefeitura de São Paulo paga por ônibus, de acordo com viagens rodadas e não por passageiros, o modelo causa prejuízos aos cofres públicos.

    Nesse caso,  a greve acabou ferindo os interesses dos empregados e patrões; por um lado os patrões perdem linhas, tendo menos ônibus, perdendo receitas,  e por outro lado, temos os empregados  que perdem postos de trabalho, amenas linha, menos ônibus, menos postos de trabalho.

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