Passeio é para pedestre:”Carro” é na rua, diz o CTB, não estacionamento

17 total views, 2 views today

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) foi criado para que a convivência entre motoristas e pedestres possam ser a mais pacífica possível. No artigo 181, fala sobre isso.

Ma com tudo isso aluns motoristas esquecem que não são “motoristas” e sim “estão” motoristas, por isso fazem de seus carros o que bem quiserem, prejudicando os pedestres, despeitando o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), principalmente por falta de agentes fiscalizadores. Para nas esquinas, nas faixas de pedestres, passam com o semáforo fechado, param com o carro encima da calçada, bebem enquanto dirigem, etcc., provocando milhares de mortes e, baixas em prontos socorros, hospitais, causando um prejuízo a nação todos os anos.

Vamos mostrar aqui um desrespeito cometido por proprietários de veículos que insistem em parar sobre a calçada, obrigado os pedestres a caminhar na rua, expondo-se ao perigo. Isso fica na Av.Felipe Carrilo Puerto, altura do 400, no Jardim IAE, porém isso é uma pratica comum.

Neste caso não vamos falar que falta agentes de trânsito, acredito que falta direcionamento dos militares que patrulham essa região. Ou então eles não tem conhecimento sobre as leis de trânsito e/ou ainda se tem conhecimento o Comando da PM local, no Caso o 37ºBPM/M não tem homens suficiente para o trabalho de combate a violência e, como infração não é considerado um crime, porém mata tando quanto é deixado de lado.

Segundo a reportagem da Folha as pessoas matam no trânsito 47 mil pessoas todos os anos e, deixam 400 mil com sequelas, causando um prejuízo ao país e, principalmente com baixas hospitalares e, indenizações e pensões aos familiares das vítimas.

Algumas práticas comuns não provocam acidente diretamente, na maioria das vezes quem provoca o acidente nem sequer é notificado, que é o caso do motorista que para o veículo em locais proibidos, como em esquinas, encima de faixa de pedestre e, principalmente em calçadas. Quem faz isso, comete infração de trânsito “Grave”, ganha 5 pontos no prontuário e, contribui involuntariamente com o sistema em R$195,23, assinando um atestado de ignorância e burrice, característica típica do cidadão brasileiro que não respeita ás leis de trânsito.

Solução

Chegamos a seguinte conclusão-, que toda infração cometida pelo motorista em uma região, atuada pelo agente de transito local, 50% do valor dessa multa deveria ficar para a instituição onde o agente trabalha e, os outros 50% divididos entre o Estado com 10% do valor para um fundo de contribuição para os agentes da corporação que seriam divididos mensalmente em forma de gratificação os agentes, militares ou civis que atuaram os condutores infratores.

No começo até poderia gerar um grande aumento de multas, porém depois teríamos uma redução significava, pela reeducação involuntária dos pseudos-motoristas brasileiros, aqueles que insistem em cometer a infração por acreditarem na impunidade.

Siga-nos nas redes sociais

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *