Programa Mais Médicos do governo federal pode acabar por causa da saída de Cuba

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Por Daniel Dantas/Sebrajor

A presidente Dilma Rousseff encontrou no programa mais médico a solução para suprir a falta de médicos no país: nas periferias das grandes cidades e as longe dos grandes centros.

Programa mais médico do governo federal foi criado pela presidente Dilma Rousseff, em 2013, por meio de um acordo com o governo cubano e o apoio da sociedade brasileira para suprir a falta de médicos no país, principalmente nos municípios longe dos grandes centros.

Visão real sobre o problema leva a então presidente do Brasil a criar o programa

Dilma Rousseff percebendo que o problema da falta de médicos no país afetava principalmente os mais pobres, principalmente aqueles que moram nas periferias das grandes cidades e nas cidades distantes dos grandes centros.

Real necessidade e objetivos

O Programa mais médico do governo federal precisava enviar médicos para essas regiões mais enfrentava dos grandes problemas-violência e distancias. Nas periferias dos grandes centros a violência afeta diretamente os médicos em razão da falta de segurança. Pois a alto demanda e a pouca oferta de profissionais, leitos, insumos, etc., fazem com que quem esta na ponta acaba sendo a pessoa que mais são afetadas por pacientes e familiares. No caso dos municípios distantes os médicos brasileiros não querem trabalhar nesses lugares mesmo por salários acima da média nacional, se comparados a lugares mais perto das capitais e cidades de grande porte.

No ano de 2013 foi instituído o programa mais medico no país

O Programa Mais Médico do governo federal foi criado em 2013 pela presidente Dilma Rousseff com o apoio do congresso nacional em contrato firmado com o governo cubano. Para que isso fosse possível foi editada uma medida provisória, onde abria mão pelo Ministério da Saúde do exame obrigatório: ”revalida”, exame este que torna obrigatório para todos profissionais, formados em qualquer curso superior em qualquer país do mundo de ter que fazer uma prova de avaliação que comprova sua formação na área.

Programa mais médico do governo federal vai atender cidades distantes e periferias das grandes cidades do Brasil

Centenas de cidades brasileiras são beneficiadas com o Programa Mais Médico do Governo Federal, especialmente as capitais brasileiras, com suas periferias violentas e distantes que não conseguem médicos para atendê-la a população local, como por exemplo, o Capão Redondo, Jardim São Luiz, Jardim Ângela e bairros das zonas leste e norte da capital paulista.

Estados mais beneficiados com o programa

Já estados como Acre, onde tem 17 cidades atendidas pelo Programa Mais Médico e, Amapá que tem 131 municípios, municípios estes que só via médicos quando ações de associações não governamentais ou campanhas das Forças Armadas.

Com era antes do programa

Como foi dito anteriormente, o Programa Mais Médico do governo federal teve seu objetivo conseguido, tendo em vista que no Brasil os profissionais formados podem escolher se querem e onde querem trabalhar, diferentemente do que acontece nos Estados Unidos da América e na em alguns países da Europa, onde os profissionais, médicos ou não só conseguem o diploma e a licença para trabalhar na área depois de constatar o local onde eles terão que trabalhar, evitando assim que lugares violentos ou distantes não tenham a presença desses profissionais, em contar que a distribuição dos profissionais fica mais humanizadas e uniformes.

Como funciona o programa

O médico do “Programa Mais Médico” do governo federal retirou por meio de medidas provisórias, normas e portarias que médicos brasileiros ou não pudessem exercer a profissão no Brasil desde que aceitassem os salários proposto pelo programa, bem como os lugares onde iriam trabalhar sem que precisassem passar pelo exame revalida do Ministério da educação e cultura.

Inicialmente foi celebrado pelo governo brasileiro e cubano

Inicialmente foi celebrado entre o governo federal e o governo cubano um acordo com termos que garantia o trabalho e salários com os profissionais de medicina, na ocasião o governo cubano mandou três mil médicos, depois passaram para 10 mil e, hoje mais de 17 mil médicos entre brasileiros, cubanos e de outras nacionalidades atendem a demanda no país.

Fim da parceria

Com o fim da parceria e o rompimento do acordo o povo mais pobre, moradores das periferias dos grandes centros e de cidades distantes dos grandes centros serão as que vão pagar a conta da guerra de palavras de Bolsonaro, presidente eleito do Brasil.

Por que abou a parceria

A parceira foi desfeita depois que o presidente eleito do Brasil, Jair Messias Bolsonaro falando pelos cotovelos disse em entrevistas que iria exigir o revalida dos médicos cubanos para continuar com os serviços e, que também,  o salários dos profissionais cubanos teriam que ficar com eles, além de exigir que o governo cubano deixasse que as famílias dos médicos pudessem acompanhá-los no Brasil.

Resposta do governo cubano

Em respostas pela ingerência do futuro governo brasileiro nos assuntos externos provocou a ira do governo de cuba, com a chamada de todos os médicos daquele país de volta, encerrando uma parceria de sucesso em que quem ganhava mais era o povo brasileiro, em especial dos que moram em regiões distantes do país e, nas periferias das grandes cidades.

Resposta do futuro governo brasileiro

Percebendo a a coisa que fez, o governo eleito disse que daria aos médicos cabanos que quisessem asilo político, arranhando ainda mais as relações diplomática entre os dois países.

Na ocasião da celebração do contrato entre o governo cubano e o governo brasileiro a sociedade médica do Brasil nas personas de suas entidades, conselhos e associações estaduais soltaram nota, no sentido de desqualificar os profissionais médicos de cuba ou os brasileiros formados em Universidades de países como Bolívia, Paraguai e Argentina que tem cursos médicos com preços 10 vezes mais baratos que os brasileiros.

Segundo notícias da Revista Veja, 1.575 municípios brasileiros são atendidos exclusivamente por médicos cubanos e, em linhas gerais as palavras de Jair Messias bolsonaro, presidente eleito do país, prejudicou 28 milhões de brasileiros, também o que tem, não é verdade, seguramente não foram seus eleitores.

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