Projeto social “Engenhoca Criativa” forma 160 jovens na periferia de São Paulo

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Por Daniel Dantas/Sebrajor

Sob os pilares da Aprendizagem Criativa Híbrida, uma nova metodologia de ensino que começa a conquistar seu lugar nas escolas brasileiras, sob a ótica de: Pensar e prototipar. Sob uma nova proposta do Engenhoca Criativa, o projeto social desenvolvido pela Alfasol e Explorum, com o apoio da Samsung, formou 160 jovens de bairros da periferia da cidade, onde o conceito foi: “Unir”, formação Humana e tecnológica.

Uma iniciativa que teve como foco atender jovens em situação de vulnerabilidade em regiões carentes da cidade, formou jovens dos bairro do Capão Redondo, Riviera, Valo Velho e Campo Limpo, ao todo foram selecionados 8 projetos inovadores que foram premiado de XX.

Várias unidades do Ceu ( Centro Educacional Unificado), sob uma orientação integral, o Engenhoca Criativa se fez presente nas seguintes unidades: CEU ( Centro Educacional Unificado ) Capão Redondo, Feitiço da Vila, Centro para juventude Magdalena e Centro para a juventude Riviera.

Visando estimular a criatividade dos jovens participantes, educadores, de forma prática trabalharam com construção de projetos para propor soluções para diversos problemas que envolvem a sociedade, tal como: uso de energia solar e de materiais recicláveis.

Por oito meses consecutivos, jovens entre 14 e 24 anos, através de aulas praticas se debruçaram em projetos didáticos, buscando adquirir habilidades ligadas à tecnologia, ao empreendedorismo, ao crescimento pessoal e à autoestima.

A iniciativa deu origem a uma série de empreendimentos, de brinquedo automatizado feito com produtos recicláveis a robô que ajuda a lidar com a ansiedade.

Para a diretora da AlfaSol, Maristela Bárbara, o projeto ampliou muito a criatividade dos alunos, que acabaram desenvolvendo desde regador sustentável, aplicativos, até site contra a depressão. “O mais surpreendente foi perceber o quanto eles estão saindo do curso mais confiantes de suas próprias potencialidades. Essa experiência mostrou a eles que são capazes de enfrentar outros desafios. Isso é a maior conquista!”, conta Bárbara.

Durante a cerimônia de formação, os grupos de alunos apresentaram seus projetos, que envolveram além do desenvolvimento dos produtos, a elaboração de um modelo de negócio, com definição de público-alvo, composição da equipe envolvida,  valor necessário para viabilização dos projetos, além de preço final de cada item. Partindo do conceito que atualmente o ser humano e a tecnologia são complementares e indissociáveis, o projeto educativo teve o objetivo de fomentar a resiliência e a colaboração, promovendo o desenvolvimento prático de testagem, replanejamento, construção de ferramentas e dispositivos digitais, além da produção multimídia.

Eduardo Azevedo, co-fundador da Explorum, afirma que saber utilizar a tecnologia de maneira criativa é competência básica para qualquer profissional do futuro. “É necessário que o ensino de conteúdos esteja atrelado ao desenvolvimento de habilidades e competências, que promovam o diálogo entre o que se aprende na escola e a realidade objetiva do aluno”, comenta Azevedo. “O Engenhoca Criativa foi uma aposta na educação muito bem sucedida, que permitiu que analisássemos processos, procedimentos e  os resultados na formação de jovens, que foram estimulados e preparados para as novas competências do milênio”, complementa. Com a realização da iniciativa, 16 alunos conquistaram seus empregos.

Para Isabel Costa, gerente de Cidadania Corporativa da Samsung Brasil, o projeto contribui com a melhoria da educação, que é o princípio da mudança de toda a sociedade. “Essa iniciativa nos mostra que a tecnologia é uma grande aliada da educação de diferentes maneiras e que impactará no futuro das salas de aula”, afirma a gerente da Samsung.

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